Photos from the “Where is … WTF?” Project Room
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After a short while without posting anything new, here are photos from the “Where is … WTF?” Project Room. Enjoy.
Works by Steev Vieira, Rafaela Botta, Laida Rodrigues!




Art. Culture. Music. Comics.
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O título deste post é uma citação do Andy Warhol, colocada a modo de piada, claro. Aqui segue uma série de notícias de imprensa, depois de uma ausência prolongada:
Diário de Notícias, 6 de Agosto: Inauguração da Exposição dos trabalhos criados no 24 HOUR COMIC DAY 2008:

Jornal da Madeira, 6 de Agosto: Inauguração da Exposição dos trabalhos criados no 24 HOUR COMIC DAY 2008:

Diário de Notícias, 24 de Agosto: sobre a participação no MOTELx, com a BD “non mortuos”:

E o texto da notícia (extraído de http://www.dnoticias.pt):
Autor madeirense de BD integra projecto em Lisboa |
| Roberto Macedo Alves participa em publicação que será exibida no Festival ‘MOTELx’ |
| Data: 24-08-2009 |
Durante o MOTELx – Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa, que irá decorrer a partir de 2 Setembro em Lisboa, será feita a apresentação de um projecto de banda desenhada (BD), intitulado ‘Zona Negra’, no dia 4, pelas 19 horas, cuja edição será composta por histórias de vários autores, um dos quais, o madeirense Roberto Macedo Alves, conhecido autor de BD e responsável pela livraria Sétima Dimensão. “A história com que participo na ‘Zona Negra’, intitulada ‘Non Mortuos’, tem dez páginas”, começou por explicar. “A partir de alguns factos históricos do Renascimento, a história cria um conjunto de circunstâncias que definem a história da ‘criação’ – os primeiros mortos-vivos – ou ‘não mortuos’, como os designei em latim, como consequência da devassidão moral dos tempos do Renascimento – nos tempos do Papa Inocêncio VIII e Alexandre VI [Rodrigo Borgia], incluindo participações de Machiavelli e Savonarola, tentando alinhavar factos históricos com ficção e ridicularizando um pouco as noções do ‘ocultismo’ e do ‘sobrenatural’, interligando-se com outros universos ficcionais [como o 'Pêndulo de Foucault', de Umberto Eco] e referências a obras como os ‘Diários’ de Johannes Burchard, o mestre de cerimónias de Borgia”. “Por ter ficado tão entusiasmado com as potencialidades deste enquadramento histórico para uma BD de terror, achei que dez páginas seriam pouco para desenvolver as ideias que tinha em pormenor, de modo que a história apresentada neste projecto do MOTELx servirá como introdução para um ‘webcomic’ – que me parece ser uma das novas tendências da BD que veio para ficar – que irei inaugurar no dia do lançamento do ‘Zona Negra’”. O título do ‘webcomic’ será ‘Anima Eterna’ e poderá ser visto através da ligação http://animaeterna.net. Um parêntesis para referir que esta publicação, ‘Zona Negra’, é a segunda de uma série de trabalhos: o primeiro foi o ‘Zona Zero’, lançado no festival de BD de Beja de 2009. “Esta série de publicações temáticas tentam abranger trabalhos de autores nacionais na área da BD, ilustração, etc. O primeiro número, ‘Zona Zero’, juntamente com o ‘Zona Negra’, serão apresentados ao público madeirense na altura do lançamento no Festival MOTELx numa festa organizada pela Livraria Sétima Dimensão”, revela Roberto Macedo Alves. “O ‘site’ do MOTELx é http://www.motelx.org/08/, mas ainda não tem o calendário actualizado. Na data da apresentação do livro, serão divulgadas imagens dos trabalhos e os autores falarão sobre as obras criadas. Aqueles que não podem estar presentes irão preparar um pequeno vídeo a falar do trabalho, que será visualizado na altura do lançamento da ‘Zona Negra’”, conclui. |
| João Filipe Pestana |
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Estive durante uns tempos ausente do Blogue por estar a trabalhar numa série de projectos que agora devem começar a suceder-se em catadupa.
O primeiro deles, foi uma Banda Desenhada para o SNEAKERS DELIGHT PROJECT – para o incrivelmente agradável espaço Sneakers Delight, que passou a ser muito especial para mim, por ter-me feito redescobrir o quanto eu gostava de calçar Converse All-Stars quando era (mais) jovem.
Desta forma, fica aqui o convite (para quem desejar estar presente na inauguração e visitar o espaço)

A partir das 18h30, estará o grupo de talentosos artistas que criaram obras relacionadas com o tema “Sapatilhas com Design” – e há propostas variadas: desde a fotografia até o desenho, passando pela escultura e (naturalmente) pela Banda Desenhada.
É sempre agradável ver os espaços privados abrirem-se a estas iniciativas culturais (como já referi anteriormente aqui e aqui) por isso, todos os que quiserem estar presentes neste evento (por um lado, para demonstrar que estas actividades tem interesse e por outro, para poder apreciar magníficas peças de arte contemporânea) podem ir hoje (dia 27 de Outubro) pelas 18h30 à Rua da Alfândega, visitar a loja Sneakers Delight para fazer parte deste SNEAKERS DELIGHT PROJECT!
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A inauguração decorreu como costumam decorrer estas coisas: a presença das Personalidades Oficiais, os jornalistas fotográficos e sociais, a presença da TV, da rádio e dos petiscos, num espaço magnífico que deixava as obras respirar e permitia apreciar com a atenção merecida as obras desta excelente exposição. Estavam presentes excelentes figuras ilustres que eu admiro pelo seu trabalho em benefício da comunidade e da cultura e estavam também aquelas figuras estranhas, que parecem não estar a apreciar as obras, mas estão apenas para serem vistas numa exposição. Naturalmente havia também representantes do grupo dos pseudo-artistas cheios de si mesmos, incapazes de deixar de olhar para o seu próprio umbigo mesmo quando confrontados com obras que conseguem fazer-nos perceber por que razão Deus nos deu os olhos. Mas esses são um caso perdido e provavelmente nunca conseguirão sair da sua mediocridade. Não é assunto que me interesse destacar agora. Quero é falar da ALMA DA VELA.
Eu confesso (mea culpa, mea culpa!) que não conhecia o trabalho desta artista (apesar do seu vasto currículo) até ter ouvido algures na internet acerca do seu projecto de representar sobre tela toda aquela mística associada aos Veleiros e os velejadores, uma temática louvável (e refrescante!) de um desporto que nalguns lados talvez não seja tão falado como deveria.O que é uma pena.


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Patricía Herédia traduz a Alma da Vela em pintura
Artísta Plástica traz ao Funchal a exposição Alma da Vela – Projecto Plástico do Espiríto Olímpico. Em exibição a partir de hoje e até 31 de Outubro na Reitoria da Universidade da Madeira, no Colégio dos Jesuítas. Os desportos náuticos são uma paixão, a pintura a forma de expressar sentimentos. Duas características que marcam a vida de Patrícia Herédia, pintora natural de Lisboa, descendente de uma família tradicionalmente ligada ao mar, que nutre desde há muito uma paixão sem limites pelos desportos náuticos. O amor pelo mar levou a pintora a mergulhar de corpo e alma num desafio. Patrícia propôs ao Comité Olímpico Português e à Federação Portuguesa de Vela retratar, através da pintura, os velejadores portugueses que vão marcar presença nos Jogos Olímpicos de Pequim.
Espírito olímpico na tela. A ideia surgiu por “influência” do Mundial de Vela que se realizou o ano passado em Cascais. As milhares de fotografias que Patrícia tem sobre este evento foram o primeiro passo para conceber o trabalho. O contacto com os atletas foi, no entanto, determinante e fundamental para que a pintora avançasse com o projecto. Nas telas, além de mostrar os velejadores, procura transmitir a mística dos veleiros que dão corpo às diferentes classes da vela.
A primeira apresentação da exposição decorreu numa mostra conjunta com a Federação Portuguesa de Vela, no Museu da Marinha, em Belém. A inauguração aconteceu a 22 de Julho, sendo que a exposição esteve patente até ao final dos Jogos Olímpicos.
Com o conjunto de trabalhos aqui apresentados, Patrícia pretende não só mostrar as suas obras, mas também enaltecer o trabalho e contribuir para um maior reconhecimento e projecção dos velejadores. A pintora acredita que outra forma de atrair mais jovens para a modalidade passa por tornar o desporto mais acessível aos que demonstram interesse em praticar vela. Na opinião de Patrícia Herédia, Portugal possui uma orla costeira fantástica e por isso precisamos de artistas.
Com mais esta exposição de uma figura de relevo da pintura nacional celebram-se os 500 Anos da Cidade do Funchal. Para ver até 31 de Outubro na Reitoria da Universidade da Madeira.
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Finalmente chegou o meu novo Scanner!
ALELUIA!
Assim, já posso começar a actualizar a secção dos recortes de imprensa. Desta vez com umas fotografias que foram publicadas na Revista Saber na altura da inauguração da Instalação INTER/SECTIONS:
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Now that the ON Fusion Art by Porto Bay event has finished, I decided to write a little bit about this. I had some time to rest, and think about the importance of what we’ve lived during those days.
For those who don’t know what I am talking about, the ON Fusion Art was an initiative that the Porto Bay group brings to the Zona Velha do Funchal (Old Part of Funchal) during September 12, 13, 14. During those days painting, sculpture, graphic arts, street animation, theatre, music, intervention in old houses and other artistic manifestations get together LIVE in the historical center of the city, near the Porto Santa Maria Hotel.
National and Regional Artists bring their volunteer work to the stage of the ON event, that ends with an auction-dinner-party. The profit from the auction go to two Social Solidarity Institutions: the Association of Cerebral Palsy of Madeira and the Center of São Tiago.
I was fortunate enough to be invited to participate with my humble comic work. And it was an amazing experience, that I just wanted to share with the half-dozen readers this blog has.
In a previous post from this blog (from july 13) I was talking about culture, and about how it was our moral obligation, not only from the Government but also from the Private Corporations to provide opportunities for cultural events:
“And how do we grow and take care of our spirit? Not just by learning how to read or write, but learning arts, music, dance, gymnastics, poetry, history. And that education is essential, it provides a framework for beahviour (thinking about a broad definition) in a civilized society – but it is much more than that.
When we grow, we suffer a transformation, in the case of culture, we get more knowledge, learn to appreciate things differently, it increases our choices – and, consequently, our freedom -.

(…)
But again, back to the growth given by culture (that is hard to explain and quantify) – those first experiments, those first liberating contacts with a new art form, or a new artwork, should be something that must be available to everyone. Access to culture is not just trying to make more people to go to Museums or going to good movies or plays. It shouldn’t be just that. I can’t just take an “uncultured” person to a museum and hope he enjoys what he is seeing. We must be able to give them the means to have an intense experience of increasing their horizons and perspectives, by knowing how to enjoy a piece of art.
We cannot have a cultural policy only destined to “cultured” people, forgetting everyone else. We should think about the masses, those who would have much to learn and grow from these “cultural activities”. Not just give books to many people, or make them cheaper or whatever (we have things like Project Gutenberg, with e-books for FREE) – we should strive to make possible that many people can understand WHY they could enjoy a book or a play or a movie or an opera. Like Don Giovanni.
(…)
It should be our moral obligation – not only from the government, but from the private corporations and individual citizens too, to give those learning opportunities. This gives added value to our society, give us more freedom. Culture may open the door to imaginary worlds that enrich our lives. We should not consider ourselves “cultured” because we know lots of facts or plays or musics or operas or books or paintings, but because we should have the power to transform.
We should have the power to bring art pieces and plays and music to more people, to help them how to understand and grow with them. Making sure that new talents are encouraged (in any art form, including the comics medium) to express themselves with passion.
Passion. Passion about something we do to express ourselves.
In a world that is plagued by consumerism, easy fame, banality, futility, to create something out of love of what we do is priceless. And we should help everyone to do that.
To create. To enjoy.
And to grow.”
It was precisely that what the Porto Bay people did with this event. By bringing artists to paint “live” in the streets during those days, they were able to bring culture to the masses, those who are not really used to go to museums and such. There were concerts, painting, sculpture. People got to see the creation of several works of art done “in real time” – an unique experience for most of them. To the artists (and I talk about me, at least), it certainly brought an additional stressful component (because we are painting without a “safety net” and in front of a set of people. And that made this experiencie a little bit scary, but certainly very fun and rewarding!). It was something unforgettable that I would repeat again, whenever necessary.
It was the ideal setting to demystify the arts and show “regular people” that artistic creation my be exciting, may be effective, may be impressive. It was exactly what I was talking about bringing the arts to the people. The community ended up getting richer from this event.
But there was more.
All the artwork created (tiles, sculptures, paintings, watercolors) were auctioned to the benefit of some charitable organizations, so, there was a material profit, to add to the cultural enrichment experience. It almost seems like a win-win situation.
Some of the most cynical readers can say “yeah, right – it was done taking advantage of the artists!” but this is not true. We were treated like part of a family, like royalty! The organizers of the event were so nice, polite, helpful that I felt all the time I should be thanking them for being a part of this (which I did, repeatedly!).
Being a part of this really made me proud – and I wish the success of the event (I consider it was pretty successful, both in execution and critically) signals future similar events by the Porto Bay group.
This event can show everyone how a Private Corporation can take care of its moral obligation to the cultural development, and organize an event that is cool (so, it was a guarantee of LOTS of young people around), that was socially responsible (helping organizations dedicated to noble causes), and was for the people (and not just the cultural elite). They thanked my for the participation, but definitely, I am the one who should be thanking them. For organizing a cultural event as amazing as I always imagined in theory, good cultural events were supposed to be.

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Agora que o ON Fusion Art by Porto Bay acabou, decidi escrever um pouco sobre este acontecimento. Já tive algum tempo para descansar, e para pensar na importância daquilo que tivemos a oportunidade de viver durante esses dias de Setembro.
Para aqueles que não sabem de que estou a falar, o ON Fusion Art é a iniciativa que o grupo Porto Bay levou à Zona Velha da cidade do Funchal nos dias 12, 13 e 14 de Setembro. Pintura, escultura, artes gráficas, animação de rua, teatro, música, intervenção em casas antigas, e outras manifestações artísticas juntaram-se ao vivo e a cores durante estes dias no centro histórico da cidade e junto ao Hotel Porto Santa Maria.
Artistas nacionais e regionais levam o seu trabalho voluntário ao palco do ON, que acabará com um jantar-leilão, cujas receitas revertem a favor de duas instituições de solidariedade social da Região: Associação de Paralisia Cerebral da Madeira e Centro de Acolhimento de São Tiago.
Eu fui afortunado o suficiente para ser convidado para participar com o meu humilde trabalho em ilustração de BD com Aguarela. E foi uma experiência incrível, que gostava de partilhar em mais detalhe com a meia-dúzia de leitores que este blogue tem.
Num texto anterior (de 13 de Julho) eu falava sobre cultura, e o facto de divulgá-la ser a nossa obrigação moral, não só por parte das Entidades Governamentais, mas também obrigação dos Grupos Privados fornecer oportunidades para eventos culturais:
“E como crescemos e tomamos conta do nosso espírito? Não apenas aprendendo como ler ou escrever, mas descobrindo mais sobre arte, música, dança, ginástica, poesia, história. E esta educação é essencial, fornece um enquadramento para o nosso comportamento (se considerarmos uma definição mais abrangente) numa sociedade civilizada – mas é muito mais do que isso.
Quando crescemos, sofremos uma transformação. No caso da cultura, obtemos mais conhecimento. Aprender a apreciar as coisas de forma diferente, aumenta as nossas escolhas – e, por conseguinte, a nossa liberdade -.

(…)
No entanto, voltemos ao crescimento que a cultura nos traz (que é difícil de explicar e quantificar) – estes primeiros experimentos, estes primeiros contactos libertadores com uma nova forma de arte, ou uma nova peça de arte, deve ser algo que deveria estar disponível para toda a gente. O acesso à cultura não consiste apenas em fazer que mais pessoas vão aos Museus ou a bons filmes ou a peças de teatro. Não deve ser apenas isso. Eu não posso levar uma pessoa “inculta” a um museu e esperar que consiga desfrutar aquilo que está a ver. Devemos ser capazes de dar-lhes os meios para ter uma experiência intensa de expandir os seus horizontes e perspectivas, aprendendo a apreciar uma obra de arte.
Não podemos ter uma política cultural apenas destinada a “pessoas cultas“, esquecendo-nos de todos os outros. Devemos pensar nas massas, naqueles que teriam muito que aprender e crescer através destas “actividades culturais“. Não apenas dar livros a muita gente, ou torná-los apenas mais baratos ou assim (já existem coisas como o Project Gutenberg, com e-books GRÁTIS) – deviamos lutar para que fosse possível que muitas pessoas pudessem perceber PORQUÊ poderiam desfrutar de um livro ou uma peça ou um filme ou uma opera. Como o Don Giovanni.
(…)
Deve ser a nossa obrigação moral – não apenas do Governo, mas das entidades e grupos privados e cidadãos individuais também, de PROVIDENCIAR essas oportunidades de aprendizagem. Isto dá valor acrescentado a nossa sociedade, dá-nos mais liberdade. A Cultura pode abrir a porta a mundos imaginários que enriquece as nossas vidas. Não podemos considerar-nos “cultos” só porque conhecemos montes de factos ou peças ou músicas ou óperas ou livros ou pinturas, devia ser porque temos o poder de transformar.
Nós deviamos ter o poder de trazer as obras de arte as as peças de teatro e as músicas a mais pessoas, para ajudá-las a perceber e crescer com estas. Ter a certeza que novos talentos são encorajados (em qualquer forma de arte, incluindo Banda Desenhada) para que se possam expressar com paixão.
Paixão. Paixão acerca de algo que fazemos para expressar-nos.
Num mundo que está acossado pelo consumismo, a fama fácil, a banalidade, a futilidade, o facto de poder criar algo apenas por amor àquilo que fazemos não tem preço. E deviamos ser capazes de ajudar toda a gente a fazer isso.
Criar. Desfrutar.
E CRESCER.”
E foi precisamente isto que o pessoal do Grupo Porto Bay fez com este evento. Ao trazer artistas para pintar/representar/desenvolver/criar “ao vivo” nas ruas durante estes dias, conseguiram trazer a cultura para as massas, para aqueles que não visitam normalmente museus e actividades semelhantes. Tivemos concertos, pintura, escultura. As pessoas puderam ver a criação de várias obras de arte feitas “em tempo real” – uma experiência única para a maior parte dos visitantes do evento. Para os artistas (e falo por mim, pelo menos), trouxe certamente um componente adicional de “stress” (pois estamos a pintar “sem rede” e frente a um conjunto de pessoas, o que tornou a experiência talvez um pouco mais assustadora, mas certamente, muito divertida e enriquecedora!). Foi algo inesquecível que eu repetiria novamente, sempre que fosse necessário.
Foi o ambiente ideal para desmistificar as artes e mostrar ao “povo normal” que o acto da criação artística pode ser algo excitante, pode ser algo efectivo, pode ser algo impressionante. Era exactamente isso ao que me referia quando falava em aproximar as artes ao povo. A comunidade acabou por ficar enriquecida devido aos frutos deste evento.
Mas tivemos muitos mais frutos.
Todas as obras de arte criadas (azulejos, esculturas, pinturas, aguarelas) foram leiloadas para o benefício de algumas instituições, por isso, houve também um lucro material, a adicionar ao enriquecimento cultural. Quase parece uma situação onde todos ganham.
Alguns dos leitores mais cínicos poderão dizer “sim, caro – mas foi feito aproveitando-se dos artistas!” mas não seria verdade. Nós fomos tratados como parte de uma família, quase como parte da Família Real! Os organizadores do evento, os voluntários, todos os envolvidos foram tão agradáveis, educados, prestáveis, a um nível tal que eu sentia a vontade de agradecer-lhes constantemente o facto de fazer parte de tal evento (coisa que eu fiz de facto, repetidamente!).
Fazer parte disto, realmente deixou-me orgulhoso – e eu desejo que o sucesso deste evento (que eu penso que foi bastante bem sucedido, em termos de execução e crítica) assinale futuros eventos semelhantes deste grupo de amigos.
Este evento serviu para demonstrar a toda a gente como uma Empresa Privada pode concretizar a sua obrigação moral com o desenvolvimento cultural, e organizar um evento que foi “cool” (por isso, garantiu que MONTES de jovens estivessem presentes), que foi socialmente responsável (ajudando organizações dedicadas a causas nobres), e foi para o povo (e não apenas para as elites culturais). Eles agradeceram-me pela minha participação, mas definitivamente, sou eu quem devia agradecer-lhes. Por organizar um evento cultural tão maravilhoso como eu imaginei na teoria que eventos culturais independentes deveriam ser.

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Everyone is invited to visit this big event! Totally unmissable!

Come with us support a young talented artist!
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Todos estão convidados a estar presentes na inauguração deste Project Room! Evento totalmente imperdível!

Vinde connosco apoiar uma jovem e talentosa artista!
Sometimes, is hard to create, arrange, organize something. Sometimes, is hard to help a friend. Sometimes, we have to deal with envious people. And sometimes, we have to deal with sick people. And sometimes, we even have to deal with mentally deranged people. But that’s not their fault.
Sometimes is difficult, sometimes is annoying, but in the end, is always FUN.
We managed to gather for a nice collective installation a group of talented young people, that devoted themselves to illustrate their favorite books. On t-shirts.
A nice, fresh, interesting view at the “summer reading suggestions” concept.
Here are some (small) samples of the work produced:
Depois de algum tempo sem actualizar o blog, aqui estão as notícias mais recentes sobre a Exposição “DERRUBANDO A QUARTA PAREDE”, no Fórum Madeira:
Diário de Notícias (28 de Março):

Para ler a notícia completa, basta clicar aqui.
Diário Cidade (1 de Abril):

Para ler a notícia completa, basta clicaraqui.
Revista “SEXTA”, do Semanário Tribuna da Madeira – Capa:



Ou para ler as notícias completas, pode clicar aqui e aqui.
E por hoje é só. Fica assim este blog actualizado, e o da Livraria Sétima Dimensão, com as notícias sobre a chegada da Colleen Doran à Madeira.
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