Finalmente está disponível o CD do meu amigo Tiago Videira, grandioso compositor contemporâneo. Quem desejar pode adquirir a obra através da amazon.com:
Fiquei muito contente quando o Tiago me convidou para fazer a capa do CD. No início, fizemos um breve brainstorming através do MSN, para saber quais as expectativas do Tiago e daí saiu o esboço inicial, que tentava reunir todas as sugestões do Tiago integradas num possível layout:
Tínhamos decidido que a coisa iria ter técnica mista sobre papel com pintura em aguarela. Parte do layout incluia umas fotografias antigas, com imagens de pessoas que tinham inspirado algumas das músicas — para poder ter aquele efeito autêntico das fotografias antigas, passei por scanner algumas fotografias antigas do álbum de fotografias da família que ficaram integradas no design:
O piano, as estrelas e a montagem final das fotografias, que serão depois substituidas pelas imagens do facebook das pessoas que inspiraram as músicas deste CD:
E a versão final – que tenta capturar um pouco o espírito onírico do trabalho do tiago, com uns toques de melancolia, um cheirinho de Yann Tiersen e muita qualidade no trabalho musical:
Because I wanted to update this blog more often, here we have a watercolor practice thing.
I don’t know what was used as a model, probably some fashion photograph, because the drawing looks like James Dean… or James Franco… or Hayden Christensen.
This is not good or impressive – but it is nice to revisit the initial stages of the “watercolor practice” learning process thing!
Este blog estava a ficar com teias-de-aranha. Devido a todas as actividades dos últimos dias, nunca mais foi actualizado… Os dias tem sido intensos, mas muito divertidos!
Como nunca mais tinha colocado novos desenhos, aqui segue o meu trabalho mais recente, feito para a exposição “Criar a CASA”, ainda patente na Mouraria, que se destina a angariar fundos para o Centro de Apoio aos Sem Abrigo (CASA). Ainda vão a tempo de visitá-la!
O desfio era criar uma obra que estivesse relacionada com esta temática dos sem abrigo, mas não queria utilizá-la LITERALMENTE — por isso voltei ao meu velho tema favorito do Paraíso Perdido (que aliás, é o título da obra) e à situação de Lúcifer depois da queda: ainda sob a abóbada celeste, mas com os pés já “encalhados” na realidade e protegido apenas por duas frágeis colunas feitas de palavras. Porque no início era o Verbo.
A fotografia foi tirada pelo fantástico José Zyberchema – admirável fotógrafo e uma das valentes almas que participou no PechaKucha Night Funchal Vol 1. O set do Flickr com todas as fotografias da exposição está aqui.
Neste post (e porque não escrevo há MUITO tempo), segue também uma imagem da obra ainda inacabada — para aqueles que gostam de seguir o processo… na fase em que a asa de Lúcifer ainda nao estava ainda na sua forma final, pois lhe faltava a majestosidade que a asa do líder dos exércitos celestes devia ter — e o trabalho não tinha aquele efeito de textura e “tridimensionalidade” que eu procurava:
E pronto, por hoje é só — o que é adequado, tendo em conta que hoje é o dia do Corpo de Deus. Prometo que tentarei actualizar o blog com mais frequência!