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2012: ANNUIT COEPTIS

Posted by Roberto Macedo Alves on Jan 1, 2012 in Rants

How many of us have looked at 1-dollar bills? Taking a closer look to the back of the  bill, on the reverse side of the Great Seal we can see << (…) “an eye in a triangle, surrounded with a glory . . . Over the eye, these words, Annuit Coeptis.”

This Latin phrase has been traced to Virgil, the renowned Roman poet who lived in the first century B.C. In his epic masterpiece, the Aeneid, he tells the story of Aeneas – son of Venus, ancestral hero of the Romans – and his journey from Troy to Italy.

In book IX, line 625, is the phrase: “Jupiter omnipotens, audacibus annue coeptis.” (All-powerful Jupiter, favor [my] daring undertakings.) Also, in Virgil’s Georgics (book I, line 40) are the words: “Da facilem cursum, atque audacibus annue coeptis.” (Give [me] an easy course, and favor [my] daring undertakings.)>> (source here)

What does this mean? Annuit Coeptis means “Providence has favored our undertakings“.

Whose undertakings? I have no idea, but from time to time I like to look at the symbol and imagine that sentence applies to OUR undertakings.

Looking at the back of a bill on the first day of the year may look like a superstition (as wearing red, using gold jewellery, eating 12 grapes and so many other habits like that) – but what is a superstition? maybe it is nothing more than a ritual repeated religiously. Maybe these habits – or in this case, the particular habit of looking to a 1-dollar bill (and the faith we invest in this action), converts it into something that provides us with comfort and strength.

This could be relevant in business deals. Why? Every business deal is an act of courage and faith. And maybe a little printed green reassurance goes a long way.

2012 has been “sold” to us as a threatening year – so, maybe these small gestures can help us to convert the chemistry of pesismism into optimism, faith and hope for the future.

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Últimos dias de Dezembro: Balanços, Planos e Objectivos!

Posted by Roberto Macedo Alves on Dec 27, 2011 in Rants

Estas alturas de finais de Dezembro são sempre boas para balanço, para ver o que correu mal num ano e o que poderemos melhorar no ano seguinte.

Durante o mês de Novembro, no WORKSHOP UNIVERSIDADE FINANCEIRA, falamos da importância da definição de objectivos. E do poder que as pequenas alterações de hábitos podem ter, desde que sejam consistentes e sejamos persistentes ao tentar atingir os nossos objectivos.

Para mim, esta altura é perfeita para definirmos “Objectivos para 2012″ – definir o nosso “Plano estratégico” para o próximo ano – quais serão os novos hábitos que tentaremos alterar ou melhorar?

Agora que olho para trás (porque normalmente em Dezembro passo quase tanto tempo a olhar para o passado como para olhar para o futuro)  - vejo o impacto que algumas destas decisões já tiveram. Foi nos últimos dias de 2008 que decidi dedicar mais tempo ao exercício físico e levar uma vida mais saudável. Afinal, parece que é a partir dos 30 anos que o corpo começa a apresentar um certo declínio não só a nível físico mas também em muitos processos cognitivos. Mas não que dizer que não posamos fazer nada contra isso.

Por isso, está na altura de pensar – o que vamos alterar/melhorar em 2012? Quais os objectivos que gostávamos de atingir?

Temos ainda 5 dias para poder fazer a primeira etapa desse planeamento!

 
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O QUARTO ANJO, de José Eduardo Agualusa — e um FELIZ NATAL para todos!

Posted by Roberto Macedo Alves on Dec 25, 2011 in Art

Curiosamente, entre as prendas de Natal deste ano, recebi o livro “A EDUCAÇÃO SENTIMENTAL DOS PÁSSAROS – ONZE CONTOS SOBRE ANJOS, DEMÓNIOS E OUTRAS PESSOAS QUASE NORMAIS” de um dos meus escritores preferidos: o José Eduardo Agualusa.

Um dos contos intitula-se “O QUARTO ANJO” – e gostei tanto dele que decidi partilhá-lo aqui convosco. Até porque de certa forma se enquadra com a temática do Natal – e com aquela ideia romantizada que eu tenho dos Anjos como mensageiros da esperança (que nestes tempos, pode ser o que mais precisamos).

O QUARTO ANJO, conto de José Eduardo Agualusa

Após criar o primeiro anjo, Deus ofereceu-lhe um poderoso par de asas. Explicou-lhe que aquilo era mais um aparato de fé do que de voo.

- Os pássaros – assegurou-lhe – voam por convicção.

O anjo viu como voavam os pássaros, batendo as asas e recolhendo as pernas, e imitou-os. Ao fim de cinco meses tinha ganho uma certa prática e até já conseguia fazer algumas piruetas, incluindo voo picado seguido de um duplo mortal invertido. Não era ainda uma águia, mas também não poderia ser confundido com uma galinha. Enfim, voava.

- Agora tira-as. – Disse-lhe então Deus, que o observara, em silêncio, a uma distância discreta, durante todos aqueles dias. – Tira as asas e voa.

O anjo olhou para Ele incrédulo. Protestou:

- E eu lá sou doido, ó Deus?! Tiro porra nenhuma!

Deus, o qual, como se sabe, é brasileiro, não estranhou nem que o anjo falasse português, nem sequer o forte sotaque carioca. A língua e o sotaque aprendera-as com Ele. Compreendeu, todavia, que lhe faltava o essencial, a fé, além de uma educação um pouco mais esmerada, pois, bem vistas as coisas, tratava-se de um anjo, ainda que numa fase de iniciação, e num rápido gesto de enfado, descriou-o.

O segundo anjo era, sem dúvida, um sujeito mais cordato e delicado. Muito loiro e frágil. Muitíssimo anjo. Tinha um cabeleira comprida, que gostava de trazer sempre limpa e entrançada, num gracioso rabo-de-cavalo. Aprendeu a voar mais depressa do que o primeiro, com uma técnica original, que deixava os pássaros envergonhados. Porém, quando Deus lhe pediu que tirasse as asas e se lançasse assim, inteiramente nu, de um penhasco altíssimo, também ele recusou.

- Ai Deus! Saiba o Senhor que isso eu não faço. Com o seu perdão, faço qualquer coisa, qualquer coisa, entende?, faço qualquer coisa mas isso não faço, não.

Disse aquilo com voz trémula e humilde, sem sombra de arrogância, de forma que o Criador se apiedou dele e o deixou ir. O anjo pintou as asas de cor-de-rosa choque e juntou-se a um bando de flamingos. Dizem que ainda hoje é possível ver, em certos crepúsculos inflamados, nalgum palude perdido de África, um anjo voando, com singular elegância, entre uma nuvem de flamingos. Voando e rindo. Eu nunca o vi, mas pode ser.

O terceiro anjo fê-lo Deus mais prático e destemido. Usava um bigode curvo e era respeitoso e de poucas palavras. Voava sem esforço, mas também sem agrado. Pousava nos ramos das mangueiras, ou de outras árvores igualmente altas e frondosas, e era capaz de ficar por ali sentado, tardes inteiras, a cofiar o forte bigode, a comer mangas e a fruir a sombra fresca e o canto das aves. Quando Deus lhe pediu que subisse ao penhasco e que tirasse as asas e saltasse, não o contestou. Não disse nada. Voou até ao penhasco, tirou as asas e saltou. Ficou claro, naquele trágico instante, que o que lhe sobrava em disciplina, faltava-lhe em fé. Ou melhor, como Deus lhe tentou explicar enquanto ele caía, vertiginosamente, de encontro ao gume feroz das rochas, lá muito em baixo, o problema é que colocara toda a sua fé no instrumento ao invés de a colocar no objectivo. O impacto foi devastador.

O Senhor Deus ficou desgostoso com o novo desaire. Levou muito tempo a recuperar-se. Por fim tentou de novo. Saiu-lhe, à quarta tentativa, um anjo alegre, até um pouco simplório, que gostava sobretudo de cantar e de dançar, artes, aliás, que ele próprio havia inventado. Para voar não precisava possuir grande talento. Todavia, quando Deus lhe sugeriu que tirasse as asas e tentasse voar sem elas, usando o esforço da fé, ele apenas perguntou, atordoado:

- E é possível?

Depois largou as asas, espreitou o fundo abismo, fechou os olhos, e imaginou que por dentro do seu corpo outras asas se desenrolavam e batiam. Foi com essas, um tanto torto, um outro tanto tonto, que se ergueu no céu.

Deus alegrou-se. Depois dele fez muitos outros anjos, legiões e legiões, mas poucos, muito poucos foram capazes de imitar o número quatro. Diz-se que esse anjo sem asas se passeia entre nós, como uma espécie de agente secreto. Um observador num campo de batalha. Uma testemunha incógnita.

Provavelmente o anjo número dois é mais feliz.

 
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O Mural da Travessa do Acciaiuoli

Posted by Roberto Macedo Alves on Dec 18, 2011 in Art

A “Street Art” é um fenómeno cada vez mais crescente, que eu considero relevante na medida que possibilita que pessoas que não estão habituadas a frequentar Galerias e exposições possam ter um contacto directo (e inesperado, por vezes) com trabalhos artísticos e sejam “forçadas” a visualizá-los e interpretá-los. Isto não só enriquece os espaços onde são efectuadas as intervenções, como a própria experiência das pessoas que de repente encontram um mural ou uma pintura onde antes estava apenas a fachada de um prédio degradado.

Neste momento, o grupo “MAD SPACE INVADERS” (fundado por Nair Morna e que neste momento está a ser liderado pela Fátima Spínola, Sofia Garcês e por mim) está a trabalhar num grande mural na travessa do Acciaiuoli, que irá trazer um colorido diferente a esta parte da Zona Velha do Funchal.

Este processo tem sido documentado pelo Zyberchema, que tem uma galeria no flickr dedicada à evolução deste mural, partindo da degradada fachada inicial. Esta galeria pode ser vista aqui: http://www.flickr.com/photos/zyberchema/sets/72157627458487473/with/6496050275/

 

A actividade criativa de rua é muito mais importante do que muitas pessoas pensam, vai muito mais além do que o simples embelezamento das paredes, podendo chegar a ser um importante indicador histórico. Afinal, já Simon & Garfunkel cantavam em “The sound of Silence”, que “the words of the prophets are written on the subway walls“.

 
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PURESTEEL TOURNAMENTS!

Posted by Roberto Macedo Alves on Dec 12, 2011 in Art

Este Sábado (17/12/2011) vamos fazer o primeiro dos PURESTEEL TOURNAMENTS
A partir do meio-dia, os jogadores de Magic da Madeira poderão participar num torneio GRATUITO de formato PAUPER (ou seja, só são válidas cartas COMUNS).
O Check-in será feito as 11h45, basta trazer as comuns e vontade de jogar.

Iremos aproveitar também para fazer um comunicado sobre as alterações do funcionamento do Magic bem como mudanças positivas que temos planeadas para o ano 2012.

Os prémios deste primeiro PURESTEEL TOURNAMENT são simples:

- Para o primeiro, um playset de MEMORICIDEs e um Foil Booster com cartas de Shards of Alara, Conflux e Alara Reborn!

- Para o segundo, um playset de PLAGUE MYRs!

- Para o terceiro, um playset de MASTER’S CALLs!

 

Nunca se sabe quando iremos fazer mais destes torneios – mas iremos fazer de certeza com alguma regularidade!

O pessoal nem imagina as mudanças que temos previstas para o Magic em 2012.

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“Va Pensiero”, Riccardo Muti, Italia, Música e Política

Posted by Roberto Macedo Alves on Nov 3, 2011 in Music, Rants

Recebi isto por e-mail e apeteceu partilhar:

No último dia 12 de março a Itália festejava os 150 anos de sua criação(?) ocasião em que a Ópera de Roma apresentou a ópera Nabuco de Verdi, símbolo da unificação do país, que invocava a escravidão dos Judeus na Babilônia, uma obra não só musical mas também, política à época em que a Itália estava sujeita ao império dos Habsburgos (1840).

Silvio Berlusconi assistia, pessoalmente, à apresentação, que era dirigida pelo maestro Ricardo Mutti. Antes da apresentação o prefeito de Roma, Gianni Alemanno – ex-ministro do governo Berlusconi, discursou, protestando contra os cortes nas verbas da cultura, o que contribuiu para politizar o evento.

Como Muti declararia ao TIME, houve, já de início, uma incomum ovação, clima que se transformou numa verdadeira “noite de revolução” quando sentiu uma atmosfera de tensão ao se iniciar os acordes do coral “Va pensiero” o famoso hino contra a dominação. Há situações que não se podem descrever, mas apenas sentir; o silêncio absoluto do público, na expectativa do hino; clima que setransforma em fervor aos primeiros acordes do mesmo. A reação visceral do público quando o coro entoa – “Ó minha pátria, tão bela e perdida Ao terminar o hino os aplausos da plateia interrompem a ópera e o público se manifesta com gritos de “bis”, “viva Itália”, “viva Verdi”.

Não sendo usual dar bis durante uma ópera, e embora Muti já o tenha feito uma vez em 1986, no teatro La Scala de Milão, o maestro hesitou pois, como ele depois disse: “não cabia um simples bis; havia de ter um propósito particular”.

Dado que o público já havia revelado seu sentimento patriótico fez com que o maestro se voltasse no púlpito e encarasse o público, e com ele o próprio Berlusconi.

Fazendo-se silêncio, pronunciou-se da seguinte forma, e reagindo a um grito de “longa vida à Itália” disse RICCARDO MUTI:

“Sim, longa vida à Itália mas… [aplausos]. Já não tenho 30 anos e já vivi a minha vida, mas como um italiano que percorreu o mundo, tenho vergonha do que se passa no meu país. Portanto aquiesço ao vosso pedido de bis para o Va Pensiero. Isto não se deve apenas à alegria patriótica que senti em todos, mas porque nesta noite, enquanto eu dirigia o coro que cantava “Ó meu pais, belo e perdido”, eu pensava que a continuarmos assim mataremos a cultura sobre a qual assenta a história da Itália. Neste caso, nós, nossa pátria, será verdadeiramente “bela e perdida”. [aplausos retumbantes, inclusive dos artistas da peça] Reina aqui um “clima italiano”; eu, Muti, me calei por longos anos.
Gostaria agora…nós deveriamos dar sentido a este canto; como estamos em nossa casa, o teatro da capital, e com um coro que cantou magnificamente e que é magnificamente acompanhado, se for de vosso agrado, proponho que todos se juntem a nós para cantarmos juntos.”

 

 

Foi assim que Muti convidou o público a cantar o Coro dos Escravos.
Toda a ópera de Roma se levantou… O coral também se levantou. Vê-se, também, o pranto dos artistas.

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Quer poupar na farmácia e no supermercado??

Posted by Roberto Macedo Alves on Nov 3, 2011 in Rants

Sempre defendi um estilo de vida saudável – e cada vez mais precisamos disso, tendo em conta todos os “desequilíbrios” que nos atacam. Mas não chega só dormir bem, evitar o stress, fazer exercício físico e alimentar-se de forma aceitável.
Existem várias formas de melhorarmos a nossa saúde – e como diz a macrobiótica: “faz do teu alimento o teu medicamento“.  Aqui na Região temos o privilégio de contar com uma autoridade nesses saberes – a Teresa Mizon, conhecida por todos nós de outras áreas da Comunicação Social – como a rádio e a TV.

Por isso, para quem não conhece nada sobre alimentação macrobiótica e gostava de aprender (eu próprio sou um interessado seguidor destes princípios) – aos Sábados, na Ervanária Terra Mãe, no Funchal, são feitas aulas de cozinha com coração. Esta é a informação referente a aula do próximo sábado, para quem quer investir na saúde e poupar na farmácia e no supermercado:

 

Amigos,

Com base na observação dos ciclos da Natureza e na sua relação com os órgãos, saúde, alimentação, etc, as “5 Transformações” é o modelo mais utilizado em Medicina Oriental para estudar o movimento do “ki”, ou energia vital. “Metal” é o elemento relacionado com o Outono e no nosso corpo a ele estão associados  o intestino grosso, os pulmões, pele, cabelo, membranas e olfacto, por exemplo…..

Este sábado, na ervanária Terra Mãe - das 10h às 14h – a aula de cozinha com coração faz-se à luz das 5 Transformações para não só ajudá-lo a cuidar destes órgãos, como para entender que cozinhando de acordo com as estações ajuda o seu corpo no processo de auto-regeneração e no fortalecimento do sistema imunitário de forma a prevenir que a doença se instale.
Assim….. não só INVESTE NA SAÚDE COMO POUPA NA FARMÁCIA E NO SUPERMERCADO 
um macro abraço,

Teresa

Aqui vai o programa para este sábado…….

 ementa                                                                                             

·        sopa de feijão de soja preto
·       tempeh com gengibre e arroz integral
·        gratinado de vegetais
·       kimpira de cenoura
  •  pudim de arroz com castanhas
  • chá 3 anos

condimento: pickles rápidos

 
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HAPPY HALLOWEEN!!! :)

Posted by Roberto Macedo Alves on Nov 1, 2011 in Rants

 
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Thanks, Steve!

Posted by Roberto Macedo Alves on Oct 8, 2011 in Rants

Some time ago, I posted about 1987, about my first computer and how I was a fan of Steve Jobs since then. I still remember my first Macintosh and I still think it was one of the most beautiful computers ever designed. And even 25 years later, that thing still works!!

And after hearing about the death of Steve Jobs, I felt like changing the aspect of this blog temporarily to a “retro mac look” – the same of the Operating System I used in 1987.

I never talked to Steve Jobs personally, but since the day I chose my first computer he was one of my “personal heroes” – one of those who helped me to grow and become different (alongside people like Richard Branson, Leonard Bernstein, Michelangelo, Andy Warhol, Isaac Asimov and others) – so, this temporary cosmetic change (from the wordpress theme created by Stuart Brown) is just a small homage to a man who changed the way I think about technology and our impact in the world.

Thanks, Steve!

 

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Birthday Thanks

Posted by Roberto Macedo Alves on Sep 12, 2011 in Happy Birthday

Today I received so many nice messages from friends, family, coworkers, special people, friends, students, artists, customers, friends … and I wanted to thank you all with a tiny photo from my sketchbook – with a simple message – in Portuguese, English and Spanish.

I was really moved about so many people (that I know personally) took the time to write on my facebook wall to wish me a happy birthday.

And happy it was indeed, surrounded with family members and good friends – doing what I love.

MANY MANY THANKS!

BIRTHDAY-THANKS

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